Governo do Distrito Federal
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29/07/21 às 18h11 - Atualizado em 29/07/21 às 18h22

Aumenta o acesso de usuários aos dados armazenados no Portal do SISDIA

Ascom Sema

 

Brasília (20/07/2021) – Desde o seu lançamento no final de abril deste ano, o portal do Sistema Distrital de Informações Ambientais (SISDIA), da Sema, já foi utilizado por usuários de 118 municípios brasileiros, além das regiões administrativas do DF.

 

O SISDIA, ferramenta pública e gratuita que armazena e compartilha dados espaciais e informações ambientais de todo o DF, também está gerando interesse internacional. Países, entre eles a Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Bélgica, Bolívia, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, França, Holanda, Hong Kong, Índia, México, Nova Zelândia, Peru, Portugal, e Uruguai, têm acessos registrados no ambiente virtual.

 

O SISDIA é um projeto coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) que conta com apoio do Projeto CITinova, Planejamento Integrado e Tecnologias para Cidades Sustentáveis, realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O projeto é executado pela SEMA, em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), com recursos do Global Environment Facility (GEF).

 

Para o secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho, o alcance do SISDIA se deve ao fato de se tratar de uma plataforma de inteligência territorial inovadora no Brasil, que aporta um grau de transparência inédito à administração pública brasileira. “Além de evoluirmos para integrar a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), estamos ofertando ferramentas e recursos para muitos órgãos distritais e informações para a sociedade, contribuindo para que o DF se torne um território sustentável, inteligente e transparente”, afirma.

 

O monitoramento do perfil dos usuários aponta que são, na maioria, servidores públicos, profissionais liberais e alunos do ensino fundamental, médio e da academia.

 

“Isso é possível graças ao conceito híbrido do SISDIA, que combina tecnologias gratuitas e proprietárias, para assegurar a manutenção das suas rotinas de base com a integração automática de bancos de dados governamentais. Além de disponibilizar no portal um conjunto de dados ambientais-territoriais, de maneira segura e com acesso intuitivo”, explica a subsecretária de Gestão Ambiental e Territorial (Sugat), Maria Sílvia Rossi, da SEMA.

 

De acordo com ela, foi justamente o desenho arrojado e intuitivo do portal que despertou interesse de diferentes usuários de geoprocessamento, de iniciantes a avançados. “Mas toda a superestrutura do SISDIA busca trazer segurança técnica e jurídica, transparência e celeridade na tomada de decisão”, completa.

 

Módulos Especialistas

 

O SISDIA, que foi criado a partir do Zoneamento Ecológico-Económico do DF, encontra-se na sua primeira fase de execução. Na próxima, serão entregues Módulos Especialistas, orientados às diferentes demandas para a tomada de decisão ambiental-territorial. “São superestruturas orientadas ao olhar convergente e integrado sobre o DF. Um exemplo é o Módulo Especialista “E-Normas” que permitirá a espacialização das normas vigentes no DF, alinhando os poderes executivo, legislativo e judiciário para olhar, de maneira integrada, as regras que incidem em cada porção do território”, explica Maria Sílvia. Já Sarney Filho diz não ter dúvida de que estas entregas, previstas para 2022, colocarão a capital federal em um novo patamar de modernização do Estado.

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